O guia completo da gestão de produtos: como um sistema para indústria e varejo pode auxiliar?

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Um bom sistema para indústria e varejo é fundamental no empreendedorismo moderno. Atualmente, não existe um segmento em que se possa atuar com eficiência operacional e foco estratégico sem a ferramenta certa, de tecnologia avançada, funcional e prática.

Toda estrutura necessária para garantir a competitividade, aumentar vendas, construir relacionamentos, evitar perdas, integrar canais e departamentos e inovar depende dos recursos tecnológicos. Essa estruturação começa com a gestão de produtos e envolve toda a cadeia produtiva. Entenda e melhore os seus resultados!

Saiba o que é a gestão de produtos

Para iniciar nossa contribuição para o seu entendimento, construiremos rapidamente uma base teórica, definindo a gestão de produtos. Essa é uma atividade com começo, meio e fim e que se destina à busca do máximo alinhamento entre os atributos do produto e as necessidades do mercado, de modo a aumentar o estímulo de venda. 

Com base em tendências e em muita informação sobre o ambiente de negócios, a concorrência e, principalmente, sobre os potenciais clientes, são executadas várias tarefas. Elas envolvem um planejamento, análises elaboradas, como o ciclo de vida do produto e as definições estratégicas, e incluem atenção com aspectos fundamentais, como o cadastro e o lançamento de produtos.

Talvez pela sua maior evidência, todo o esforço de colocar um produto no mercado costuma ser confundido com o conceito de gestão de produtos, mas ele é muito mais abrangente, como você pôde observar com a nossa definição.

Afinal, a divulgação e a comunicação da empresa com o mercado são funções do gerenciamento que são desenvolvidas para transmitir uma mensagem. Ela revela para o consumidor que, como consequência de outras atividades da gestão do produto, há uma oferta de valor superior sendo lançada e que interessa para ele.

Para que isso seja possível, é fundamental promover o máximo de integração entre os departamentos, o que demanda por sistemas e aplicações modernas, que permitam que ela ocorra sem a necessidade de altos investimentos em desenvolvimento de aplicações de integração, como ocorria com os sistemas legados. 

Áreas como o comercial, o marketing, a logística e a produção precisam operar integradas com base nas diretrizes de gestão de produtos, que também é uma atividade fundamentalmente estratégica, especialmente na análise de dados sobre o mercado e o consumidor e na determinação do ciclo de vida do produto, que se caracteriza em uma série de estágios relativos à sua viabilidade de comercialização. Essas fases são:

  • introdução;
  • crescimento;
  • maturidade;
  • declínio.

A primeira fase envolve fortemente as ações de lançamento, além da operação em um mercado que precisa amadurecer em termos de conscientização da sua necessidade em relação ao produto. Já a última, chamada de declínio, descreve um momento no qual a tendência de desaparecer do mercado se fortalece, como ocorreu com os antigos videocassetes e o disquete, por exemplo. 

O acompanhamento dessa linha no tempo percorrida pelo produto é determinante para que a empresa possa identificar quando deve mudar. Ao final do ciclo, a inovação é inevitável e urgente para a criação de um novo produto, que substitua o obsoleto.

Já nas fases intermediárias, é determinante que a indústria atue com excelência operacional e o máximo de lucratividade, pois são os estágios nos quais os investimentos em desenvolvimento são compensados.

Confira qual a importância dessa ferramenta

Agora, vejamos de modo mais específico e pontual como um sistema ajuda na gestão de produto e, paralelamente, na administração do negócio como um todo.

Aumento da percepção de qualidade

Os sistemas de qualidade são indispensáveis, mas ela é medida e julgada pela percepção do cliente. Planejar a gestão de produtos e elaborar como disseminar e fortalecer as informações sobre os itens comercializados permite comunicar o nível de qualidade do produto com mais objetividade.  

Melhora da experiência do consumidor

Parte da experiência do consumidor depende dos serviços agregados ao produto, mas também envolve o próprio item em termos da qualidade que ele entrega e do que é capaz de fazer. Produtos existem para resolver problemas e isso depende de informação transmitida com excelência. Em outras palavras, o cliente precisa aprender a usar o produto e, desde o processo de compra, de informações sobre ele.

Aumento da satisfação do cliente

Como consequência do aumento da percepção de qualidade e da melhora da experiência do consumidor, é natural esperar que a taxa de satisfação também cresça. Além disso, os dados se tornaram extremamente valiosos na atualidade e eles precisam chegar ao consumidor com uma mensagem específica, pois ele tende a ser seletivo no momento de escolher os conteúdos que acessa.

Quanto maior o poder de compra do cliente, provavelmente maior será o número de empreendimentos interessados em vender algo para ele. Pela quantidade de informações que todos recebemos, é absolutamente impossível verificar uma a uma.

Por isso, precisamos escolher de acordo com nossas prioridades. Como consequência, uma empresa eficiente em entregar informação sobre os seus produtos como um serviço agregado aumenta a satisfação de seus clientes, na compra e no uso. 

Aumento das vendas e da produtividade

Se tem algo que um sistema é capaz de oferecer em abundância é a produtividade e a otimização no uso dos mais diversos recursos. Como resultado, crescem as vendas, a produtividade e a lucratividade. 

Sistemas desenvolvidos para contribuir com a gestão de produtos são capazes de distribuir e compartilhar conteúdos de um modo automatizado, rápido, funcional e ainda garantir fácil acesso a eles. A consequência na produtividade é óbvia e perfeitamente verificada no lucro e nas vendas.

Aumento da participação no mercado

Outra consequência natural da estruturação da gestão de compras por meio de um sistema é o aumento de participação no mercado, que decorre da maior competitividade e de uma capacidade superior em se diferenciar da concorrência.

Abre o caminho para a modernização

A Transformação Digital já é uma realidade bastante presente na nossa rotina. Com a pandemia, sua incorporação foi absurdamente acelerada, uma vez que as pessoas foram obrigadas a permanecer isoladas. 

Permitir que os clientes acessem informações sobre os produtos e garantir que esses dados os ajudem a decidir é a base para qualquer estratégia de e-commerce. De outro lado, a indústria precisa garantir um padrão de comunicação com o mercado e o consumidor final por meio do varejo. Sem um sistema e a interação presencial é impossível conseguir isso se não puder contar com um sistema. 

Saiba como aplicar na indústria e no varejo

Nesse contexto, vale a pena incluirmos algumas dicas sobre como colocar em prática tudo o que falamos até aqui. Por isso, relacionamos para você os pontos-chave nos subtópicos abaixo. Veja.

Entenda o perfil de seu cliente

Toda solução que objetiva sucesso no mercado deve, obrigatoriamente, começar pelo cliente. Como mencionamos no decorrer deste texto, é a partir da percepção dele que a qualidade revela seu valor.

Fique atento aos dados

Os dados são como ouro no processo de Transformação Digital pelo qual passamos. Nunca tivemos tanta informação a nossa disposição sobre o cliente, o mercado, a concorrência e os vários ambientes de marketing que influenciam o sucesso de cada empreendimento. 

Precisamos de sistemas capazes de fornecer dados de modo a facilitar o uso e a aplicação deles, mas não podemos substituí-los por intuição e, muitas vezes, nem mesmo pela experiência anterior, pois ela pode ser relativa a um passado que não existe mais. 

Faça testes

Por maior que seja a capacidade desenvolvida pela empresa de prever e simular cenários, todo o produto precisa ser validado no mercado. Um pequeno detalhe, como um rótulo com detalhes dourados no lugar de pretos, pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso no mercado de um novo produto. 

Aposte na automação

A automação é fundamental para diminuir custos, compensar os investimentos da indústria em melhorias, inclusive nos sistemas, agilizar os processos e diminuir os erros. Softwares inteligentes, robôs colaborativos, internet das coisas e várias das tecnologias da Indústria 4.0 já estão disponíveis para contribuir com isso, mas é preciso começar com processos básicos, que estruturam a indústria para o futuro próximo.

Adote ações de gestão de fornecedores

A qualidade do produto e a excelência da produção começam na entrega dos fornecedores. Por isso, é determinante que a indústria se estruture para desenvolver o máximo alinhamento e um relacionamento produtivo. 

Acompanhe os indicadores

A única forma de conferir se as estratégias funcionam é verificando o desempenho continuamente, em todas as iniciativas e com base na precisão dos números. Reforçamos que a intuição tem valor relativo no contexto moderno. Isso não significa que o feeling do empresário não possa ser usado, mas que ele funciona muito melhor quando é apoiado por indicadores precisos e confiáveis.

Reveja a gestão de produtos periodicamente

É justamente esse monitoramento sistêmico de suas métricas e indicadores de desempenho que garante a possibilidade de identificar o que precisa e pode ser melhorado, bem como o que necessita ser corrigido. 

Fortaleça a gestão da inovação

Assim como a gestão de produtos, a de fornecedores e a da indústria como um todo, a inovação também é uma atividade que precisa de uma execução gerenciada. Ainda que a flexibilidade e a criatividade sejam fundamentais para gerar ideias de novos produtos e serviços, cada novo projeto precisa seguir uma sequência lógica e efetiva de desenvolvimento, seleção, validação e lançamento. 

Capacite a equipe

Tudo o que mencionamos depende das pessoas. Até mesmo a inteligência artificial precisa ser “treinada” e monitorada por seres humanos, se o objetivo for atingir a excelência. Os colaboradores ajudam a garantir os atributos dos produtos e têm alto potencial de observar e corrigir problemas, bem como em sugerir alternativas inovadoras.

No entanto, eles precisam de motivação, apoio, estímulo e conhecimento para contribuir com todo o potencial que possuem, o que depende de um programa contínuo e estruturado de capacitação, inclusive para que possam aprender sobre os recursos e o uso de sistemas para indústria e varejo.

Veja como um sistema para indústria e varejo pode auxiliar

Um bom sistema serve de base estrutural para a gestão da indústria como um todo e, especialmente, para as mais específicas, como a de produtos, fornecedores e assim por diante. De modo mais detalhado, verificamos essa ajuda nos aspectos relacionados abaixo.

Melhora a qualidade dos dados

Dados organizados em planilhas e em outras formas improvisadas de controle são mais sujeitos a erros e, principalmente, difíceis de analisar, uma vez que não são produzidos relatórios em tempo real e o compartilhamento das informações é dificultado. 

Aumenta a produtividade

O retorno mais evidente e facilmente mensurável dos sistemas está no ganho de produtividade, seja pela automação, seja pela facilitação dos processos executados pelos colaboradores. 

Integra os setores

A integração se tornou um dos pontos fundamentais nas estruturas de negócios da atualidade. Os sistemas compartilham dados um com os outros de forma dinâmica, facilitando o intercâmbio de informações entre departamentos, pessoas, parceiros e, no caso específico de um sistema para indústria e varejo, entre esses dois setores da economia. 

Alinha os parceiros

Esse compartilhamento de informações e conteúdos em tempo real garante um maior alinhamento estratégico entre o varejo e a indústria. Esse ganho é difícil de mensurar com a mesma precisão que é verificada a economia de horas trabalhadas, por exemplo, mas é exponencialmente maior que qualquer outro, devido a potencialização e uniformização da estratégia.

Garante a conformidade

Sistemas bem elaborados contam com recursos que limitam os erros e, em consequência, favorecem a conformidade com normas legais e internas, evitando que as tarefas sejam executadas fora das regras.

Diminui custos

A integração digitalizada entre indústria e varejo facilita e otimiza a produção e o compartilhamento de conteúdos, diminuindo custos em toda a cadeia, ao eliminar retrabalho e ao aumentar as conversões nas lojas de e-commerce e físicas. 

Evita rupturas 

Evitar a ruptura de estoque é um ganho mais relacionado aos processos do que propriamente à gestão de produtos, que tem uma natureza mais estratégica e menos operacional. Ainda assim, um bom planejamento e um levantamento de dados preciso ajudam com a precisão de previsões.

Promove a automação

A automação industrial é um tendência fundamental no cenário atual, o que também ocorre no varejo. Apesar de ser mais uma função do que um benefício direto, você já deve ter claro os ganhos gerados pela automação de outras experiências bem-sucedidas, afinal, o impacto da tecnologia com essa promoção é sempre muito evidente e significativo.

Estrutura para a transformação

A Indústria 4.0 é outro caminho sem volta, a ser percorrido com urgência e excelência. Nesse contexto, a Transformação Digital impacta a indústria, o varejo e o serviço com enorme pressão para que as empresas se adaptem, de modo a não perder competitividade. 

É impossível avançar nesse movimento inovador sem agregar as tecnologias estruturantes, necessárias, principalmente, ao compartilhamento de conteúdos e dados.

Para concluir, podemos resumir a utilidade de um sistema para indústria e varejo com base na criação de sinergia entre esses setores. É a tecnologia que permite unir forças de modo coordenado e dinâmico, como sempre sonhamos, mas que até pouco tempo era muito difícil de ocorrer.

Por isso, a questão que fica é: qual a diferença que um bom sistema pode fazer no seu negócio? De forma específica e exclusiva? Entre em contato e vamos ajudá-lo a responder!

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